Olá olá apreciadores de mistérios! Mais uma vez um clássico do sir Arthur Conan Doyle, com vingança, assassinatos e um toque leve de romance.
A presente história nos mostra a monotonia da vida em que Sherlock se encontra, com a falta de casos à serem resolvidos. Esse romance narrado pelo Watson, mostra Sherlock estagnado e traz consigo o uso de entorpecentes. Enquanto narrado, Watson explica os malefícios do uso contínuo da substância e o quanto é prejudicial ao seu companheiro. No meio desse diálogo rápido, são interferidos pela sra. Hudson, apresentando-os uma cliente, pois essa estava precisando da ajuda dos dois cavalheiros. A cliente é apresentada como srta. Mary Morstan, que nos relata um caso ocorrido há cerca de 10 anos, o desaparecimento de seu pai.
A srta. Morstan expõem o caso e mostra uma carta que recebeu no atual dia a Sherlock. Nesta, conta que ela sofreu um sério dano e iria lhe ser feita justiça, também junto com um endereço e hora para um encontro.
Sherlock e Watson partem então com a srta. Morstan ao local marcado. E assim nosso consultor de detetives sai da rotina.
Ao chegarem, se depararam com um cadáver, junto dele uma folha de papel com uma grafia que se lia: "O Signo dos Quatro". A questão que fica no ar é, como o sr. Bartholomew Sholto foi morto? A porta e janela estava fechada por dentro e o último a falar com o sr. Bartholomew foi o sr. Thaddeus Sholto, seu irmão gêmeo e principal suspeito para a Scotland Yard.
Nessa trama, envolve um tesouro, trapaças, assassinatos, traição, fugas, perseguição pelo rio Tâmisa, um alívio cômico por parte do sr. Athelney Jones, e em minha opinião, também uma injustiça quanto ao vilão da história.
Por fim, a história do nosso assassino é muito bem elaborada e nos é revelada no último capítulo. Confere a resolução do caso. É um ótimo romance e há várias edições de diferentes editoras para escolher, eu usei esta como capa pois é a edição que eu possuo. Espero que gostem! 😁
Camaleão Literário

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